quinta-feira, 12 de setembro de 2013

SIMP ENCAMINHA REIVINDICAÇÕES DA SAÚDE


Em reunião realizada na última segunda-feira com a prefeita em exercício Paula Mascarenhas, o Sindicato dos Municipários encaminhou ao Executivo reivindicações econômicas, estruturais e de trabalho definidas como urgentes pelos servidores municipais da Saúde.
“Esta pauta já era de conhecimento do então candidato a prefeito Eduardo Leite por meio do teor do documento Plataforma dos Municipários, posteriormente entregue por diversas vezes após a posse da nova Administração Municipal”, informa o presidente do Simp, Duglas Lima Bessa.
Conforme Duglas, a pauta foi organizada por uma comissão de servidores da Saúde com dois focos, o econômico e o estrutural e de trabalho.
Entre as reivindicações estruturais e de trabalho, a melhoria das condições de trabalho: área física, qualidade dos insumos, número adequado de pessoal, adequação da dispensação dos serviços de farmácia e almoxarifado, regulamentação do adicional de risco de vida; para os Agentes Comunitários de Saúde, Técnicos de Enfermagem e Auxiliares de Enfermagem, a padronização das Fichas de Atendimento (FA’s) por categoria, levando-se em consideração a produtividade prevista em legislação vigente.
Ainda com relação aos Agentes Comunitários de Saúde, a necessidade de respaldo para sua atuação, a garantia e fornecimento dos vales transportes, conforme legislação vigente, qualificação e capacitação profissional, e elementos de necessidade diária, como fornecimento de filtro solar, luvas e uniformes.
Na pauta econômica, entre outras reivindicações, consta a abertura de uma mesa de negociação para discussão e proposição de um plano de carreira justo e digno, estabelecimento de uma política de aumento do valor da parcela SUS (incentivo por produção), que não sofre alteração há mais de 15 anos, o reajuste do
adicional Saúde da Família nos mesmos termos da data-base 2013.
Também consta da pauta econômica a não utilização das vantagens de carreira (adicionais, incentivos, triênios, gratificações) para complementação do valor básico com o fim de alcançar o salário mínimo nacional.
Para os Agentes Comunitários de Saúde (ACS), a garantia do repasse integral do incentivo estadual, a utilização integral do valor estabelecido para o incentivo de custeio referente aos ACS, conforme Portaria nº 260/2013, como remuneração desses profissionais, a regulamentação do difícil acesso para que seja estendido a estes servidores que atuam na zona rural e a inclusão no pagamento do incentivo para a totalidade dos profissionais da Estratégia de Saúde da Família.
Por parte do Executivo, foi criada uma comissão da saúde, composta pelo coordenador de Estratégia e Gestão, Abel Dourado, a superintendente de Ações em Saúde, Ana Costa, o secretário de Gestão Administrativa e Financeira (Sgaf) José Francisco Cruz, e o procurador geral do Município, Carlos Francisco Diniz.
“Embora criada esta comissão representativa do Executivo, entendemos que é importante a efetiva participação do prefeito Eduardo Leite nas reuniões, tendo em vista que uma das bandeiras específicas para sua gestão é a saúde”, afirma o presidente do Simp, Duglas Lima Bessa, acrescentando que “nesta primeira reunião o Simp e a comissão dos servidores provocou um debate mais político para a saúde, de gestão, valorização, qualificação e melhoria estrutural e econômica para todos os trabalhadores da saúde”.
A próxima reunião está agendada para 27 de setembro, às 15 horas, onde será debatida de modo pontual a pauta dos itens econômicos.
“A partir disto, convocaremos uma nova assembléia para dialogar com todos os segmentos dos servidores da saúde quanto a resposta do Executivo e,havendo necessidade, a definição de novas mobilizações e paralisações destes trabalhadores”, finaliza Duglas.


Adm: Silviane Medeiros

EX- PREFEITO QUE PRATICOU ASSÉDIO MORAL PAGARÁ MULTA POR IMPROBIDADE

Ao acatar recurso do Ministério Público, a Segunda Turma do Superior Tribunal de Justiça impôs ao ex-Prefeito de Canguçu, Odilon Mesko, multa equivalente a cinco anos de seu salário no cargo, além de três anos de suspensão de direitos políticos, por ter praticado assédio moral. O entendimento do STJ, inédito, foi de que o assédio moral é ato contrário aos princípios da administração pública e sua prática se enquadra como improbidade administrativa.
Conforme a Ministra Eliana Calmon, que relatou o processo, o assédio moral se configura por uma campanha de terror psicológico pela rejeição da vítima, indo além de provocações no local de trabalho como sarcasmo, crítica, zombaria ou trote. A vítima é submetida à difamação, abuso verbal, agressões e tratamento frio e impessoal. 
Conforme a ação civil pública que gerou a decisão, o então Prefeito teria atuado para se vingar de uma servidora, responsável por denunciar ao Ministério Público de Canguçu a existência de uma dívida do município com o Fundo de Aposentadoria dos Servidores Públicos, que rendeu notícias e a instalação de uma comissão especial processante. 
Ele manteve a funcionária “de castigo” em uma sala de reuniões ao longo de quatro dias, em 2001. Odilon Mesko teria ainda ameaçado colocá-la em disponibilidade, além de ter concedido férias forçadas de 30 dias. 
Segundo reportagens veiculadas à época, essas práticas do ex-prefeito eram comuns. Em entrevista a um jornal, ele confirmou os atos e afirmou que “três dias foi muito pouco para ela”. Em contestação à ação, Odilon Mesko também confessou os fatos. 
Odilon Mesko já havia sido condenado, no âmbito do direito civil, pelos atos praticados contra servidora. Na ação civil pública movida pelo MP, no âmbito do direito administrativo, foi condenado à perda dos direitos políticos e impossibilidade de contratar com a administração por três anos, mais multa equivalente a cinco anos do valor de sua remuneração mensal à época dos fatos. No entanto, o Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJRS) anulou a condenação, por entender que os atos praticados “não guardavam qualquer relação com a moralidade administrativa” prevista na Lei de Improbidade (Lei 8.429/92). 


“A meu sentir, estamos diante de caso clássico de assédio moral, agravado por motivo torpe”, avaliou a Ministra, apontando que restava saber se isso configuraria improbidade. “A Lei 8.429 objetiva coibir, punir ou afastar da atividade pública todos os agentes que demonstrem pouco apreço pelo princípio da juridicidade, denotando uma degeneração de caráter incompatível com a natureza da atividade desenvolvida”, esclareceu. 


Agência de Notícias

(51) 3295-1820


Adm: Silviane Medeiros



segunda-feira, 9 de setembro de 2013

1ª PLENÁRIA ESTADUAL DO ORÇAMENTO PARTICIPATIVO DA CUT

Às Entidades Filiadas (presidentes e tesoureiros) e Executiva Estadual.

Companheiros/as,

No dia 16 de setembro de 2013, na cidade de Porto Alegre, no auditório da Igreja Pompéia, realizaremos a 1ª Plenária Estadual do Orçamento Participativo da CUT Estadual RS, das 9 às 19 horas.

Esta Plenária será um importante momento para aprofundarmos o conhecimento e a discussão da auto-sustentação financeira de nossa Central – Nacional, Estadual e Estrutura Vertical, tratando a política financeira estatutária da CUT como uma prioridade política e estratégica, em uma gestão participativa e democrática e com responsabilidades compartilhadas.
Conforme deliberado pela Direção Nacional da CUT, o Orçamento Participativo deve servir como um instrumento de democratização da gestão financeira da CUT, para equacionar a vontade política de fazer com o planejamento financeiro para executar. O OP é uma importante estratégia para a valorização das Estaduais da CUT e para o fortalecimento do nosso projeto político organizativo.

O público alvo para esta plenária são os/as presidentes das entidades e tesoureiros/as das entidades filiadas, e a Executiva Estadual.

Solicitamos que as inscrições sejam enviadas até 6ª feira, 13 de setembro, às 12 horas para o e-mail: cut.rs@cutrs.org.br.

Contamos com a participação dos/as companheiros/as.

Saudações CUTistas.


Vitalina Gonçalves                                                                                    Simone Goldschmidt
Secretária de Finanças                                                                                  Secretária Geral



Adm: Silviane Medeiros

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

NOVOS CONVÊNIOS CARTÃO PLENO CARD


MARIZA MODA INTIMA (Rua Dutra de Andrade, 948, Centro)

MINI MERCADO CHARRUA (Rua Humaitá, 637, Centro)

SUPERMERCADO BIG PRECO (Rua Dario Souza, 898, Centro)

FLORICULTURA FLOR ART (Rua Dr. Barcelos, 421, Centro)

LA TIENDA (Rua Israel Azambuja, 310, Centro)

MINI MERCADO REGIONAL (Avenida Gervásio Tavares, 924 Pro Morar) 



Adm: Silviane Medeiros

COMUNICADO MALHARIA LUCAS

O Sindicato dos Municipários de Pinheiro Machado - SiMPiM, comunica os interessados que nos dias  09, 10, 11, 12 e 13/09/2013, o vendedor da Malharia Lucas estará presente na sede do Sindicato (Rua Dutra de Andrade, nº 334), expondo roupas de malha com grandes novidades para a Semana Farroupilha (coletes do cavalo crioulo) e muitas promoções.
Horário:
Manhã: das 9hs às 11h e 30min
Tarde: das 13h e 30min às 17h e 30min

 OBSERVAÇÃO: Os sócios do SiMPiM, terão suas compras parceladas em até 6x com o primeiro pagamento para o final de outubro descontado em folha de pagamento.

Venha Conferir!
A Diretoria.

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

II JORNADA DE DEBATES DO SETOR PUBLICO

No dia 03 de setembro foi realizada a II Jornada de Debates do Setor Publico, promovida pelo DIEESE e Centrais Sindicais, no auditório do SEMAPI, em Porto Alegre. A mesa de abertura contou com a presença da diretora executiva nacional do DIEESE, Mara Feltes, da coordenadora da direção regional do DIEESE/RS – Semapi, Maria Helena Oliveira, do secretario regional do DIEESE – Sindec, Valdir Santos Lima, e do supervisor técnico do DIEESE/RS, Ricardo Franzoi.

A apresentação foi feita pelo supervisor técnico do DIEESE/PR, Sandro Silva, que nesta edição abordou o tema desafios da negociação coletiva no setor público: finanças e transferências governamentais.

A atividade contou com 50 participantes, entre dirigentes de sindicatos do setor publico e Centrais Sindicais, assessores e técnicos do DIEESE. A FEMERGS foi representada pelo seu presidente, Odenir Guterres de Carvalho, secretários e coordenadores regionais.


Adm: Silviane Medeiros

terça-feira, 3 de setembro de 2013

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

SIMUSSUL ABRE PROCESSO ELEITORAL DO CONSELHO DOS SERVIDORES

O Simussul realizou, na última sexta-feira (30), assembleia geral para abrir o processo de eleições para composição do Conselho dos Servidores Públicos Municipais, que acompanhará o trabalho da direção do Sindicato pelo período de dois anos.

Após leitura e discussão na assembleia, foi aprovado o regime eleitoral e definida a servidora Fani Antônia de Carvalho como presidente da Comissão Eleitoral. Assim, as chapas interessadas podem inscrever-se até o dia 17 de setembro, diretamente no Simussul. Estas chapas concorrentes devem ser compostas por dois representantes de cada secretaria municipal. As eleições ocorrerão em 02 de outubro. 
A função deste Conselho é trabalhar junto a diretoria do Sindicato: “Receber e estudar problemas da classe ou, individualmente, dos associados ou não associados, apresentando sugestões à diretoria”, diz um dois itens de seu regimento. Dentro deste Conselho, ainda é composto o Conselho Fiscal.

Adm: Silviane Medeiros

FEMERGS PARTICIPA DO DIA NACIONAL DE MOBILIZAÇÃO E PARALISAÇÃO

A FEMERGS e os municipários de todo o RS marcaram forte presença nas atividades do dia 30, o Dia Nacional de Mobilização e Paralisação, chamado pelas centrais sindicais. Os dirigentes da Federação fizera parte da paralisação dos rodoviários, em frente à garagem da empresa de ônibus SOPAL, no bairro Sarandi, em Porto Alegre. Os portões da garagem foram fechados. Após participar dos diversos atos realizados durante o dia, somaram forças na manifestação realizada pelos municipários de Gravataí, na Região Metropolitana. Os municipários de Pelotas também realizaram paralisação com marcha e ato público em frente à prefeitura da cidade.




Adm: Silviane Medeiros

SINDICATOS PROTESTAM EM VIAS PÚBLICAS E NA EXPOINTER CONTRA O PL 4330

Dezenas de dirigentes de entidades sindicais cutistas bloquearam os dois sentidos da Av. Guilherme Schell e o sentido Canoas/Nova Santa Rita da BR 386 entre as 6h às 9h Desta sexta-feira, 30. Na outra parte da manhã, os militantes realizaram um ato público na entrada da Expointer. O objetivo era protestar contra o PL 4330, que pode deixar sem limites a terceirização em nosso país. A atividade integrou o Dia Nacional de Mobilização e Paralisação, chamado pelas centrais sindicais.
A pauta da classe trabalhadora é pela derrubada do PL 4330, sobre terceirização; 10% do PIB para a educação; 10% do orçamento da União para a saúde; redução da jornada de trabalho para 40h semanais, sem  redução de salário; fim do fator previdenciário; valorização das aposentadorias; reforma agrária; suspensão dos leilões de petróleo; transporte público e de qualidade e a reforma política.
Em acordo com o Comando de Operações Especiais (COE) da Brigada Militar, o Sindicato concordou em alternar o bloqueio entre total e parcial de cinco em cinco minutos. O bloqueio parcial acabou funcionando como pedágio, pois os dirigentes entregaram o boletim intersindical explicativo sobre as pautas da greve.

O PL 4330 – da Terceirização 
Além de diversas mobilizações contra a aprovação do PL 4330 no Congresso Nacional, a CUT participou de várias rodadas de negociação na mesa quadripartite formada pelas centrais, empresários, governo e parlamentares. Porém, não houve avanço em pontos fundamentais para a garantia de direitos dos trabalhadores/as, já que o empresariado e o relator do PL, o deputado Artur Maia (PMDB-BA) continuam intransigentes e querem impor a terceirização ilimitada.
A última rodada da mesa de negociação será no próximo dia 2 de setembro, em Brasília.
A CUT reafirma sua posição contrária à terceirização de qualquer atividade e exige a responsabilidade solidária da empresa contratante, o direito à informação prévia de setores que serão terceirizados e de representação sindical aos terceirizados.
País de primeira não pode ter emprego de terceira- Entre os vários impactos que o PL trará às relações de trabalho e para os trabalhadores, vale destacar que o terceirizado: recebe salário 27% menor que o contratado direto; tem jornada semanal de 3 horas a mais; permanece 2,6 anos a menos no emprego do que um trabalhador contratado diretamente;a rotatividade é maior – 44,9% entre os terceirizados, contra 22% dos diretamente contratados; e, a cada 10 acidentes de trabalho, oito acontecem entre os trabalhadores terceirizados.



Por: Assessoria de Comunicação Social – STIMMMEC, com informações da CUT Nacional

Adm: Silviane Medeiros