quinta-feira, 31 de maio de 2012

INSCRIÇÕES ABERTAS

   O Sindicato dos Municipários de Pinheiro Machado - SiMPiM, comunica que estamos com as inscrições abertas para novas turmas do curso de informática (o curso é disponível para todas as idades, para sócios e não sócios do sindicato).



• Módulo I: Curso Básico;

• Módulo II: CorelDraw e Photoshop;

• Módulo III: Secretariado Informatizado.

Venha nos fazer uma visita!


Maiores informações na sede no Sindicato na Rua Dutra de Andrade, nº 334 ou pelos telefones: (53) 3248-3008 ou (53) 9108-5768.

A Diretoria.

DIA MUNDIAL DE COMBATE AO FUMO


PORQUE FUMAR NÃO É INTELIGENTE


Só no Brasil o tabaco faz, anualmente, 200 mil vítimas.
De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), o fumo é fator casual de 50 doenças diferentes, destacando-se as cardiovasculares, o câncer e as doenças respiratórias obstrutivas crônicas.
As estatísticas demonstram que 45% das mortes por infarto do miocárdio, 85% das mortes por doença pulmonar obstrutiva crônica (enfisema), 25% das mortes por doença cerebrovascular (derrames) e 30% das mortes por câncer podem ser atribuídas ao cigarro. Outro dado alarmante: 90% dos casos de câncer do pulmão têm correlação com o tabagismo.

CONHEÇA UM CIGARRO POR DENTRO:

* A fumaça do cigarro é uma mistura de aproximadamente 4.700 substâncias tóxicas diferentes; constituída de duas fases: a fase particulada e a fase gasosa. A fase gasosa é composta, entre outros, por monóxido de carbono, amônia, cetonas, formaldeído, acetaldeído, acroleína. A fase particulada contém nicotina e alcatrão.

* O alcatrão é um composto de mais de 40 substâncias comprovadamente cancerígenas, formado à partir da combustão dos derivados do tabaco. Entre elas, o arsênio, níquel, benzopireno, cádmio, resíduos de agrotóxicos, substâncias radioativas, como o Polônio 210, acetona, naftalina e até fósforo P4/P6, substâncias usadas para veneno de rato.

* O monóxido de carbono (CO) se junta à hemoglobina (Hb) presente nos glóbulos vermelhos do sangue, que transportam oxigênio para todos os órgãos do corpo, dificultando a oxigenação do sangue, privando alguns órgãos do oxigênio e causando doenças como a aterosclerose.

* A nicotina é considerada pela Organização Mundial da Saúde/OMS uma droga psicoativa que causa dependência. A nicotina age no sistema nervoso central como a cocaína, com uma diferença: chega em torno de 9 segundos ao cérebro. Por isso, o tabagismo é classificado como doença estando inserido no Código Internacional de Doenças (CID-10) no grupo de transtornos mentais e de comportamento devido ao uso de substância psicoativa.

Dia da Aeromoça/comissário de bordo

Em 1930, S. A. Stimson, presidente da companhia aérea Boeing Air Transport, idealizou a profissão de aeromoça. Ele criou uma equipe de anfitriãs aéreas que tinham conhecimentos de enfermagem. Em 15 de maio de 1930, oito aeromoças começaram a trabalhar na rota Oakland-Cheyenne.

O comissário de voo ou comissária, mais conhecida como aeromoça, é o tripulante de aeronaves comerciais, responsável pelo bem estar e segurança dos passageiros. Esta área de atuação profissional é o sonho de muitas moças em todo o mundo, pois traz a possibilidade de uma carreira consolidada, garantindo um futuro estável por um baixo custo e em curto prazo.
Quem imagina que a função de um comissário de bordo é somente receber bem os passageiros e lhes dar todo o conforto necessário durante o vôo está enganado. O comissário é um técnico responsável pelo cumprimento das normas e procedimentos de segurança no avião. Para isso, ele recebe treinamento prático de sobrevivência na selva e no mar durante o curso, além de familiarização com os equipamentos de emergência disponíveis dentro de cada tipo de aeronave.
É claro que o papel de anfitrião a bordo é de suma importância e aí outro aspecto é relevante nessa carreira: o preparo psicológico. Pelas características do voo, é comum o passageiro não estar à vontade e isso podem acarretar alterações de comportamento. Cabe ao Comissário saber identificá-las e tomar as atitudes convenientes para mantê-lo relaxado.

quarta-feira, 30 de maio de 2012

ANUNCIE NO BLOG PINHEIRONLINE

COMUNICADO

Comunicamos os sócios do SiMPiM que encontram-se inadimplentes com o sindicato e que estão com seus cartões Pleno Card bloqueados, que os mesmos só serão desbloqueados pelo emissor de cartões após o pagamento total da dívida com o sindicato.

Observação: Contamos com a colaboração de todos, pois está ficando inviável manter os cartões desta forma.


Hoje comemoramos o Dia das Bandeiras!


As bandeiras são símbolos que podem representar uma nação, estado, agremiação política, recreativa ou desportiva, etc. e, seja qual for a instituição que represente, toda bandeira é carregada de simbolismo.
A história nos mostra que as primeiras bandeiras que se tem conhecimento foram usadas desde as antigas civilizações, onde os povos as utilizavam para representar seus exércitos, além disso, serviam também para ser identificado pelos aliados.
Cada país no mundo possui sua bandeira. A bandeira é a identidade de nosso país, é o símbolo que representa toda uma nação e a soberania deste.
Porém não existem somente as bandeiras de cada país. Existem as bandeiras representativas de pessoas específicas e representativas de grupo de pessoas. A primeira pode representar uma pessoa particular, geralmente titular de um cargo estatal ou numa organização privada. Já a segunda representa a coletividade. Podemos ter as bandeiras nacionais, que representam toda uma nação, como por exemplo, a bandeira do Brasil. Temos também as bandeiras subnacionais, que representam territórios internos de uma nação, como por exemplo, a bandeira da cidade de São Paulo. Por fim temos as bandeiras de organização internacional como a bandeira das Nações Unidas, e as bandeiras de entidades públicas ou privadas, que representam empresas, clubes e universidades.

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Rio+20 e o Projeto Zero alternativa para a Conferência Rio +20 pelo Fórum de Ética e Responsabilidades

Sobre a Rio+20

 A Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, será realizada de 13 a 22 de junho de 2012, na cidade do Rio de Janeiro. A Rio+20 é assim conhecida porque marca os vinte anos de realização da Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento (Rio-92) e deverá contribuir para definir a agenda do desenvolvimento sustentável para as próximas décadas.
    A proposta brasileira de sediar a Rio+20 foi aprovada pela Assembléia-Geral das Nações Unidas, em sua 64ª Sessão, em 2009.
   O objetivo da Conferência é a renovação do compromisso político com o desenvolvimento sustentável, por meio da avaliação do progresso e das lacunas na implementação das decisões adotadas pelas principais cúpulas sobre o assunto e do tratamento de temas novos e emergentes.
A Conferência terá dois temas principais:
• A economia verde no contexto do desenvolvimento sustentável e da erradicação da pobreza; e
• A estrutura institucional para o desenvolvimento sustentável.
  A Rio+20 será composta por três momentos. Nos primeiros dias, de 13 a 15 de junho, está prevista a III Reunião do Comitê Preparatório, no qual se reunirão representantes governamentais para negociações dos documentos a serem adotados na Conferência. Em seguida, entre 16 e 19 de junho, serão programados eventos com a sociedade civil. De 20 a 22 de junho, ocorrerá o Segmento de Alto Nível da Conferência, para o qual é esperada a presença de diversos Chefes de Estado e de Governo dos países-membros das Nações Unidas.

Os preparativos para a Conferência

   A Resolução 64/236 da Assembleia-Geral das Nações Unidas determinou a realização da Conferência, seu objetivo e seus temas, além de estabelecer a programação das reuniões do Comitê Preparatório (conhecidas como “PrepComs”). O Comitê vem realizando sessões anuais desde 2010, além de “reuniões intersessionais”, importantes para dar encaminhamento às negociações.
  Além das “PrepComs”, diversos países têm realizado “encontros informais” para ampliar as oportunidades de discussão dos temas da Rio+20.
 O processo preparatório é conduzido pelo Subsecretário-Geral da ONU para Assuntos Econômicos e Sociais e Secretário-Geral da Conferência, Embaixador Sha Zukang, da China. O Secretariado da Conferência conta ainda com dois Coordenadores-Executivos, a Senhora Elizabeth Thompson, ex-Ministra de Energia e Meio Ambiente de Barbados, e o Senhor Brice Lalonde, ex-Ministro do Meio Ambiente da França. Os preparativos são complementados pela Mesa Diretora da Rio+20, que se reúne com regularidade em Nova York e decide sobre questões relativas à organização do evento. Fazem parte da Mesa Diretora representantes dos cinco grupos regionais da ONU, com a co-presidência do Embaixador Kim Sook, da Coréia do Sul, e do Embaixador John Ashe, de Antígua e Barbuda. O Brasil, na qualidade de país-sede da Conferência, também está representado na Mesa Diretora.
 Os Estados-membros, representantes da sociedade civil e organizações internacionais tiveram até o dia 1º de novembro para enviar ao Secretariado da Conferência propostas por escrito. A partir dessas contribuições, o Secretariado preparará um texto-base para a Rio+20, chamado “zero draft” (“minuta zero” em inglês), o qual será negociado em reuniões ao longo do primeiro semestre de 2012.

Projeto Zero alternativa para a Conferência Rio +20 pelo Fórum de Ética e Responsabilidades.

O Fórum de Ética e Responsabilidade é uma rede intercontinental de instituições, redes de profissionais e indivíduos, representando um amplo espectro de partes interessadas que tenham reconhecido o fato de que há uma necessidade urgente de um conjunto comum de valores para gerir o nosso planeta só e frágil. Eles chegaram à conclusão de que a idéia de responsabilidade deve estar no centro de vinte ética do primeiro século. Eles experimentaram em suas atividades diárias institucionais e profissionais como esse princípio é profundamente relevante. Eles perceberam que este princípio tem implicações concretas para transformar o comportamento pessoal e coletivo. Eles comprometeram-se a uma renovação do contrato social através do princípio da co-responsabilidade, que é: comum, mas proporcional às possibilidades de cada pessoa. Eles elaboraram uma Carta Universal das Responsabilidades Humanas, que serve como uma ferramenta para o diálogo dentro de suas organizações. E eles estão propondo uma Carta das Responsabilidades Universal como texto de referência em que o direito internacional pode ser construído, a fim de lidar com as nossas interdependências planetários. Eles defendem a idéia de que a Rio +20 é uma oportunidade única para adoptar um roteiro para a aprovação dessa Carta das Responsabilidades Universal pela Assembléia Geral da ONU.
Em janeiro de 2012, a Organização das Nações Unidas elaborado, com base em propostas transmitidos no Outono de 2011 pelos governos do Estados membros da ONU, uma "versão zero" para as negociações sobre a Declaração Final da Conferência Rio +20. Com base na experiência de 20 anos de reflexão e ação com os seus parceiros de desenvolvimento sustentável, a Fundação Charles Léopold Mayer para o Progresso Humano (FPH), tomou a iniciativa de formular um "projecto Alternativa Zero" (AZD). Este texto foi posteriormente aprovado pelo Fórum Internacional sobre Ética e Responsabilidade.
O objetivo deste AZD é propor uma visão coerente e global sobre os desafios principais desta Conferência, uma visão ambiciosa que permite questionar o atual modelo de desenvolvimento. Assim, o AZD mantém a mesma estrutura básica como o projecto oficial de zero escrito pelo Secretariado da Organização das Nações Unidas, mas suas alterações são direcionados para os princípios de uma agenda comum para o "Grande Transição". Como o Projeto Zero inicial, este documento é uma proposta aberta que precisa ser enriquecido com os contributos de todos aqueles que querem um novo começo para os próximos 20 anos.

I) REFORMAR O compromisso político (Preâmbulo e Seção I)
As partidas Azd da idéia de que a renovação do compromisso político proposto pela agenda da ONU não é suficiente. Há uma necessidade mais urgente de reformá-lo, propondo uma reflexão crítica sobre o modelo de desenvolvimento sustentável adoptada no Rio em 1992 (Preâmbulo e II. A). Na verdade, as falhas desse modelo de desenvolvimento, com base em um padrão de crescimento incapaz de conciliar as necessidades econômicas e sociais com os recursos limitados do nosso planeta, dão provas de uma mudança urgente de paradigma, a fim de construir verdadeiras sociedades sustentáveis que levem em conta nossas interdependências crescentes.
Na Grande Transição em que a nossa sobrevivência ea de nosso planeta dependem única e frágil, compromissos políticos e recursos intelectuais e tecnológicos deve ser reorientado, a fim de renovar a primeira vocação do "oeconomy", isto é, a arte de garantir o bem-estar geral, enquanto a utilização optimizada de recursos naturais limitados (II. B).
Por outro lado, esta mudança sistêmica implica a emergência de um quadro jurídico internacional que pode proteger a humanidade que está irrevogavelmente transformado em uma comunidade de destino e regular as relações internacionais. Como conseqüência, os Estados têm a comprometer-se a um processo que irá resultar em um "terceiro pilar" do direito internacional: a Carta das Responsabilidades Universal necessário para complementar os dois primeiros pilares da vida internacional: a Carta das Nações Unidas e da Universal Declaração dos Direitos Humanos. Mas, além de Estados, todos os intervenientes, cidadãos, as agências das Nações Unidas, empresas privadas, a OMC, devem comprometer-se com as políticas de colaboração e estabelecer regras comuns para parcerias e estruturas apropriadas para a ação (II.C e II.D)

II) REFORMA DA PRODUÇÃO e padrões de consumo (inciso III)
A Grande Transição também supõe uma profunda reforma da nossa produção atual e os padrões de consumo que estão ligadas ao agravamento das desigualdades existentes, o crescente uso de energia fóssil e não renovável dos recursos naturais e, finalmente, à degradação dos ecossistemas. Repensar os padrões de produção e consumo é a alternativa inevitável ao conceito limitado e insuficiente da ONU de "economia verde".
Estendendo a economia de mercado às categorias de bens que são divididos como eles são compartilhados, enquanto ser em quantidade finita (como recursos naturais) tem sido um grave erro. Pelo contrário, a Grande Transição para sociedades sustentáveis precisa da criação de produção e de consumo sustentáveis. A implementação de cotas para controlar o consumo de energia fóssil, associado às regras de rastreabilidade que devem ser promovidas pela OMC, permitirá aos consumidores beneficiar de informações completas sobre todo o ciclo produtivo, mas também para permitir um acesso igual para todos os países ao natural recursos, em outras palavras, para alcançar a justiça ecológica real.
Também deve incentivar o desenvolvimento de produtos não-comerciais e novas actividades não assalariadas que levarão a criar "empregos sustentáveis", a fim de garantir a coesão social real e desenvolver nosso capital imaterial comum. Esse é o ponto inteiro de uma economia baseada em bens que se multiplicam à medida que são compartilhadas como conhecimento e experiência (III.A).
Estas cadeias de suprimentos sustentáveis não será criado sem uma colaboração estreita e um sentido de responsabilidade comum de todos os atores envolvidos, garantindo, assim, graças prestação de contas para a Carta das Responsabilidades Universal. Estas cadeias de suprimentos sustentáveis também não vai acontecer sem o compartilhamento de experiências úteis que levarão a novos sistemas técnicos (III.B). Além disso, a partilha de conhecimento ea implementação de sistemas de co-responsabilidade entre todos os atores devem ser os princípios orientadores de acção para atingir a reforma da economia.

Iii) reforma dos padrões de produção e consumo (incisos IV e V)
Nosso atual modelo de governança, dominada pelos princípios da separação de competências e divisão setorial não é susceptível de resolver os problemas sistêmicos destacadas pelas crises atuais que são ao mesmo tempo econômico, social, sanitária e ambiental. É por isso que a co-construção do bem público implica, entre outros, a definição de regras precisas princípios orientadores da cooperação entre os diferentes níveis de governança adaptados a cada país. Isto significa, por exemplo: criação de um princípio da "subsidiariedade activa", apoiando a criação de redes internacionais, a fim de conectar os diferentes atores sociais; organizar a cada dois anos da Assembleia um cidadão do mundo Consultiva; partilha de conhecimentos e habilidades através de um diálogo contínuo e experiência partilha, que permitirá uma maior eficiência, especialmente dentro das agências da ONU. (Seção IV). Além disso, ferramentas de controle e indicadores qualitativos e quantitativos definidos em comum permitirá avaliar permanentemente o progresso até o momento e as lacunas em cada setor, ambiental, bem como social (seção V).

DIA DA INDÚSTRIA

Hoje é dia da indústria!



  Várias empresas comemoram o dia da indústria com eventos reunindo todos os seus funcionários.  Aproveitam a oportunidade para homenagear e premiar profissionais!
  As indústrias começaram a surgir com a revolução industrial. Mas é que é isto afinal? A revolução industrial se deu a partir do invento da máquina a vapor, que permitiu a mecanização dos meios de produção. Vamos dar um exemplo, as tecelãs que fabricavam de formas artesanais tecidos, começaram a fazer uso de máquinas para a produção do mesmo.
   Com isto, a quantidade e velocidade de produção cresceram muito, e assim, a produção que antes era artesanal, personalizada e em baixa quantidade, passou a ser padronizada e produzida em grandes quantidades. Isto permitiu comercialização de produtos não só na cidade onde era produzido, mas para outras cidades, países e até para outros continentes!
    Atualmente existe uma quantidade enorme de indústrias. Elas são divididas em categorias, as principais são:
   • Indústrias de bens de produção ou de base - São indústrias que transformam a matéria-prima bruta em matéria-prima para outras indústrias como, por exemplo, as indústrias siderúrgicas, que transformam o minério de ferro em aço, que por sua vez é utilizado em diversas indústrias.
   • Indústrias de bens de capital ou bens intermediários - São indústrias que produzem máquinas, ferramentas e instrumentos para outras indústrias.
   • Indústrias de bens de consumo - São aquelas que produzem produtos para o consumo final da população.
                     Os bens de consumos são divididos em dois:
    • Bens de Consumo Duráveis - Indústrias de eletrodomésticos, móveis, automóveis, informática.
    • Bens de Consumo Não duráveis - Indústrias de alimentos, vestuário, bebidas, impressos.